segunda-feira, 1 de abril de 2013
Há quanto tempo não passo por aqui!
Tudo ficou tão abandonado por esses últimos times da minha vidinha,rs.
Mas enfim, sinto uma falta enorme de escrever, por pra fora, desnudar a alma de vez em quando.
Fico feliz ao ver que a maioria dos coleguinhas escritores aqui, continuam a escrever, melhores do que nunca.
Mas enfim, sinto uma felicidade discreta e absurda, estou aqui novamente...
Tudo ficou tão abandonado por esses últimos times da minha vidinha,rs.
Mas enfim, sinto uma falta enorme de escrever, por pra fora, desnudar a alma de vez em quando.
Fico feliz ao ver que a maioria dos coleguinhas escritores aqui, continuam a escrever, melhores do que nunca.
Mas enfim, sinto uma felicidade discreta e absurda, estou aqui novamente...
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Naqueles tempos eu andava meio que com pés machucados e
sangrando, mas calçava naqueles dias um lindo sapato cor de rosa com pedras
brilhantes, como se fosse uma maneira de chamar a atenção, atentando os olhares
a mim e mascarando a dor, querendo dizer que sinceramente, eu estava bem. Mas só eu sei, a vida tem sim, alguns
tempinhos difíceis. Eram tempos de coração machucado. Mas de tão machucado, o
meu já estava mesmo era em quarentena, abandonado mesmo. E isso foi decisão
minha. Acredito que se entregar à dor por meras migalhas não vale a pena, então
é melhor deixar de lado o que nos incomoda e que não acrescenta sequer um
sorriso no canto dos lábios e prosseguir sozinha, afinal, o que causa dor não faz falta nenhuma. Bom, mas esse texto não se trata necessariamente
deste momento em questão, mas do desenrolar do meu novelo de solidão que veio diante
da situação mencionada. Em um belo dia, apareceu ELE. ( Sim, e ele merece
letras maiúsculas). A princípio, me apaixonei por aquela voz, aliás, que voz era
aquela? Uma mistura de chuva em dias quentes com morangos vermelhos e leite
condensado. Ou seja, coisas( que pelo menos para mim) são o ápice da felicidade
momentânea. Chegou devagar, de um jeito tímido, como se já me conhecesse a anos
e compreendesse meus sorrisos, medinhos bobos e lamentações. Não me apaixonei
loucamente de início. Meu coração desconfiado e traumático, em um tum tum
ansioso, olhava como que pela fechadura de uma porta, quem era aquele adorável
estranho o convidando para entrar. Com o passar do tempo, já me via com pés recuperados
e descalços a caminhar por nuvens deliciosas, como se não houvesse chão. Enfim,
nem preciso finalizar dizendo que me apaixonei, não é?!
Mas não mesmo, na realidade passei mesmo é a amar aquele garoto.
Hoje, aquele garoto tem se transformado em um Homem, e a
fazer de mim uma ex garotinha e uma futura grande mulher. Pelo menos é o que os
olhos dele revelam e o que as mãos dele dizem junto às minhas que eu não estou
sozinha.
É bom encontrar alguém disposto a acolher seu coração
cansado e disposto a desbravar com você os próximos anos da História.
E agora sim, para finalizar, só lhe digo algo: valorize-se
ao máximo e entregue seu coração a quem realmente esteja disposto a cuidar dele.
Isto é o que importa. Não somos só mais um corpo no mundo, mas sim uma alma
vasta e sedenta de amor.
Cure-se, ame-se, cuide-se.
'' Lhe amei desde o momento em que fizeste aquele carinho gostoso em meu coração. Lhe amei, desde sempre e para sempre. Simples assim.''
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Descobri que se eu tivesse tudo o que quero, seria um alguém
fraco. Sinto-me forte, pois na busca, mesmo que fracassada daquilo que desejo,
é que construo a minha força. Sou um
gigante de pés descalços, que sangram entre pedras, mas que não desistem da
caminhada, ainda que árdua. É isto que me faz gigante. As lutas, nos tornam grandes
e heróis. Já fui mendigo, quando vítima dos problemas. Já mendiguei o pão ao
deixar pelo caminho as moedas. É na luta que se aprende, é na luta que se
cresce, é na pequenez da noção de nosso tamanho real, que nos tornamos
gigantes. Grandes não são os problemas, grandes mesmo somos nós, em ter a
capacidade de torna-los insignificantes e fontes de onde brota nossa força.
sábado, 12 de maio de 2012
Escrevo porque esta é a única forma de aproximação íntima e
verdadeira com este ser estranho e cheio de interrogações, denominado EU.
Até porque eu falo até dormindo e escrevo até em sonho. Deve ser por isso que eu não canso em buscar-me, esta seria a única forma de encontrar caminhos exatos. Na loucura me calo, na sanidade, escrevo. Na dúvida, interrogo milhões de frases. Na certeza, protocolo cada momento.
E mesmo que eu esteja longe, estarei sempre perto. Enquanto nesta mente, surgirem ideias e estes lábios proferirem o som de uma alma inquieta e sonhadora, não haverá escuridão, cansaço ou limitação que calará a minha voz.
E mesmo que eu esteja longe, estarei sempre perto. Enquanto nesta mente, surgirem ideias e estes lábios proferirem o som de uma alma inquieta e sonhadora, não haverá escuridão, cansaço ou limitação que calará a minha voz.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Supremo na vida são os momentos bons. Na maioria das vezes
são discretos, mas existem. Nos arrancam suspiros, sorrisos ou simplesmente
nada perceptível. Só percebemos depois. O depois é que traz a real verdade dos
momentos. Que sejamos inteligentes o bastante para distinguir os momentos que
realmente valem a pena na hora exata em que o mesmo acontece, como a lente de uma câmera que capta o momento certo quando a borboleta alça o voo. O resto simplesmente pouco importa, são só detalhes.
Valorize só o que realmente lhe provoca risos verdadeiros, saudades saudáveis,
suspiros de felicidades, surpresas agradáveis. E perceba então, que os momentos
bons estão bem aí, escondidos na caixa de chocolate, no perfume que ficou na
blusa, no abraço do amigo, no segredo confiado, na conversa sincera, na música
nos fones de ouvido, na alegria em perceber cedo que a vida é uma só e
que os momentos bons , rodeiam nosso dia a dia.
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